Nossa historia de amor e perversão

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Nossa historia de amor e perversão
Nossa historia de amor e perversão

Antes de tudo quero deixar claro que essa imagem do post não é da minha amiga, mas é bem semelhante. Não quis colocar uma foto de putaria aleatória, quero que seja essa a imagem que a represente, pois é a que melhor faz jus a ela. Também vale ressaltar que nem eu, nem ninguém deveria julgá-la, mesmo que seja moralmente questionável, ela só seguiu os próprios desejos, os mesmos desejos que você que está lendo pode já ter sentido. Então não precisa tentar compreender, só não seja hipócrita, pois todos temos desejos que não revelamos nem pra nós mesmos… Finalmente vamos a minha confissão.

Nos conhecemos desde a época de escola. Somos amigos há um bom tempo e sempre nutrimos um imenso carinho um pelo outro. Ela sempre foi linda. Seus cabelos são ruivos, o que sempre deu um forte destaque para ela. Todos os namorado dela ganhavam um par de chifres em poucos meses e logo depois ela terminava como se fosse uma criança que enjoou do brinquedo. Por conta disso nunca quis namorar com ela, sentia que assim como com seus outros namorados ela me largaria em algum momento e nunca mais poderíamos retomar a nossa amizade (que era colorida). Íamos muito ao cinema juntos, as vezes pagávamos os ingressos para duas sessões do mesmo filme, assistíamos a primeira sessão e na segunda trocávamos beijos e caricias. Chegamos a transar muitas vezes, especialmente quando ela estava na seca ou carente. Eu era uma espécie de porto seguro. Desejei que esses dias de amor sem compromisso pudessem durar para sempre, mas tudo acabou no dia em que ela me disse: “estou gravida e vou casar”. Na verdade, era bem surpreendente que com uma vida sexual tão ativa quanto a dela tivesse demorado tanto para arrumar barriga, mas surpreendente ainda foi sua decisão de se casar. Parte disso se deve a pressão familiar, se a interferência de ninguém ela dificilmente manteria a gestação.

Por motivos de trabalho eu teria que me mudar de estado, lembro como se tivesse sido não ontem, mas há poucas horas atrás. Ela veio até minha casa no meio da noite, usando uma blusa curta, exibindo aquele barrigão lindo de sete meses. Juro que a blusa era tão fina que dava para se ver até as veias azuis dos seus seios inchados cheios de leite materno. Era a minha noite de despedida. Não sabíamos quando ou se nos veríamos novamente. O desejo era muito forte e nos entregamos a ele. Transamos durante a noite toda. Ela chupou meu pau como se o mundo fosse acabar e também mamei em suas lindas tetas inchadas. Ao amanhecer, antes que nos separássemos por um longo período de tempo, ela me beijou e confessou que preferia que o filho que carregava fosse meu.

Passaram-se alguns anos… mantínhamos contato por msn e por vezes enviávamos cartas um ao outro, numa de nossas correspondências ela me mandou uma de suas calcinhas. No mesmo dia paguei uma garota de programa para usar a calcinha dela durante a nossa transa, mas acabei por me arrepender disso e me sentir culpado, pois a calcinha da amiga que eu amava tinha ficado com o cheiro de uma puta qualquer.

Circulavam alguns boatos que o casamento da minha amiga não ia tão bem. Ela não falava sobre o marido e eu não fazia questão de perguntar, mas amigos em comum sempre me relataram que as brigas entre eles eram constantes. Tempo depois um exame de dna revelou que o marido dela não era o pai biológico de seu filho, o divórcio foi inevitável. Queria voltar para a nossa cidade natal e assumir, assumir o filho dela e casar-me com ela. Só queria… seguir com a minha vida e minha amiga com a vida dela…

Nosso amor esfriou, mas nunca se acabou. Numa tarde de domingo ela me ligou. Conversamos durante horas e fizermos “sexo pelo telefone”, embora eu deva admitir que é bem menos prazeroso e interessante que o de verdade. Mantivermos contato dessa vez. Trocávamos algumas fotos e fazíamos chamadas de vídeo bem quentes. Mas a distância nunca é a mesma coisa.

Depois de quase vinte anos finalmente voltaríamos a nos ver pessoalmente. O tempo não modificou sua beleza, na verdade ela parecia ainda mais bela do que nunca. A maturidade a transformou numa mulher diferente. Seu corpo não era mais o mesmo, mas ela o conhecia melhor e sabia como nenhuma outra como dar prazer. Eu a pedi em namoro e no mesmo instante o meu pedido foi recusado. Ela se justificou dizendo: “Não sou mulher que se contente com uma só rola.”, isso era a mais absoluta verdade. Formos juntos a uma casa de swing juntos. Todos os homens do lugar meteram nela pelo menos uma vez. Tentei aliviar o ciúme transando com outras mulheres de lá, mas acabei entrando numa briga com um cara que queria gozar na cara dela. O clima entre nós ficou pesado. “Não preciso de ninguém cagando regra em minha vida.”, foi a última coisa que ela me disse no final da noite. As coisas só pioraram quando descobrir que ela ainda se encontrava com o ex marido. Fiquei um pouco farto de tudo aquilo. Parecia que eu não era tão especial quanto ela era para mim.

Eram duas da manhã, fui acordado por ela batendo no meu portão e chamando por mim as lagrimas. O pai dela havia morrido aquela noite e ela disse que não sabia aonde ir, dai veio até mim buscando consolo. A abracei e fiquei ao seu lado a noite toda. No dia seguinte a acompanhei no velório. Não conseguíamos nos separar um do outro mesmo com a diferenças. Conversamos bastante a respeito e decidirmos finalmente dar uma chance para nós dois. Moraríamos juntos e só transaríamos com outras pessoas se houvesse o consentimento do outro. Foram dias de imensa alegria…

O filho dela viria ficar conosco durante as férias da faculdade. Ele já era um homem feito, ainda assim eu queria ser uma figura paterna em sua vida. O ensinei a dirigir, dei conselhos sobre mulheres e más influencias que deveria evitar. Assistíamos a última temporada de game of thrones, os três juntos como uma família. Minha amiga usava um short jeans e reparei no quando o filho dela encarava as suas coxas e o farol de seus peitos acessos. Ele não conseguia disfarçar as intenções de seus olhares… Desde que o filho dela viera passar as férias conosco minha amiga começou a tomar banho de porta aberta, andava só de roupas intimas pela casa, as vezes se masturbava no sofá tarde da noite. Seduzir o próprio filho era o cumulo até para ela. Tentei afastar esses pensamentos e disse para mim mesmo que era só minha imaginação. Então minha amada me confidenciou: “Quero ser a primeira mulher dele. Ele já está na faculdade e ainda é virgem. Quero dar experiência para ele.”. Eu lhe respondi que era errado fazer aquilo com o próprio filho e com um sorriso ela retrucou: “Por ser errado que é mais gostoso. Vai ser só uma vez. Você deixa?”, encabulado eu consenti…

Sair com o filho dela para um show de uma banda que ele gostava, quando voltarmos a mãe dele vestia apenas uma calcinha de renda transparente. “Oi, garotos! Como vão os dois homens que mais amo no mundo?”, foi assim que ela nos recebeu. O pau do filho dela parecia que ia rasgar a calça de tão duro. Minha amada se ajoelhou a sua frente, tirou o pau do filho para fora e iniciou um boquete. Subir para o nosso quarto e pensei em silencio sobre minha vida enquanto ouvi os gemidos dos dois lá de baixo. Cheguei a concussão de que estava ficando velho, velho demais para aqueles joguinhos. Queria ter filhos e quem sabe um dia ver meus netos crescerem, mas minha amiga nunca poderia me oferecer isso. O fogo dela não ia diminuir. Se um dia tivéssemos filhos juntos ela provavelmente faria o mesmo que estava fazendo naquele momento. No outro dia tivermos uma longa conversa sobre o ocorrido. Eu implorei: “Você sabe que te amo, mas já chega. É hora de sossegar um pouco. O que fizermos é errado. Mesmo que ninguém saiba nós sempre vamos saber que fizermos o que não deveríamos.” Indignada ela me respondeu: “Já disse mais de mil vezes, não sou mulher que se contenta com uma rola só. Nunca obriguei ninguém, nunca fiz nada obrigada. Não tem nada de errado comigo. Todo mundo sente vontade de fazer essas coisas, mas não faz. Pode me achar uma vadia, eu não ligo, sou vadia mesmo”.

Nos separamos definitivamente quando ela transou pela segunda vez com o filho quando eu não estava. Percebi que nenhum de nós ia mudar. Formos para bem longe um do outro e já não nos falamos por telefone ou pela internet. Ainda penso nela, penso sempre nela…. As vezes queria ter continuado ao seu lado, mas sei que logo brigaríamos e com o tempo iriamos odiar um ao outro. Quero me lembrar com carinho dela enquanto eu viver e quem sabe um dia nos reencontremos mais maduros e deixemos de lado o passado? Não custa sonhar…

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Nossa historia de amor e perversão

2 thoughts on “Nossa historia de amor e perversão

  1. Caraio meu irmão essa historia e verdadera eu fui vizinho deles. o filho dessa mulher era um cara todo estranho meio mongolão acho que tinha algum problema. Essa ruiva dava pra cidade inteira depos que o homem dela foi embora ela foi com o filho junto com o filho na casa de swing e vazou um vidio dela trepando com o filho e o bairro todo ficou sabendo e eles tiveram que se mudar. Isso foi aqui em Petrópolis RJ.

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